Comprovação Científica

Como pesquisador, eu, Dr. Nelson Spritzer, sempre tive muita preocupação com o rigor dos dados, a devida coleta e tratamento estatístico destes. Igualmente a preocupação com a adequada metodologia a ser aplicada em qualquer estudo, conduzido por mim ou publicado por meus pares em revistas científicas médicas.

Ao me interessar e ingressar no chamado “mundo da Programação Neurolinguística”, a PNL, me deparei com um dilema: por um lado os resultados eram cristalinos, chocantemente rápidos, impressionantes, verificáveis, mensuráveis, reprodutíveis. As ferramentas existentes para se produzir mudanças em diversas áreas de atuação das pessoas eram diversas, versáteis e espantosamente simples se comparadas às já existentes em algumas disciplinas tais como às da área da psiquiatria/psicologia, para falar apenas daquilo que se refere ao comportamento ligado às emoções humanas.

O dilema se estabeleceu quando ao me deparar com tantas evidências e tanta prática ligada a resultados não havia nenhum, repito, nenhum estudo bem conduzido, sério, devidamente verificado e criticado por pares e publicado em alguma revista digna de nota. Eu como cientista custava a acreditar que estava me metendo em algo que evidentemente funcionava, e funcionava muito bem, porém, não havia sido exposta à crítica da ciência estabelecida.

Segui pesquisando, documentando e praticando a PNL, porém, como era um “outsider” (alguém proveniente de fora da área em questão) não me achava responsável por publicar pesquisas sobre PNL. Me considerava mais um usuário privilegiado, pioneiro mas não criador da ferramenta. Por isso publiquei pouco, restrito a um público mais interessado, alunos, ex alunos e simpatizantes.

Acaba de “sair do forno” a primeira – na minha experiência – publicação de um estudo conduzido com veteranos de guerra e portadores do Transtorno do Estresse Pós Traumático (PTST, sigla em inglês), também chamado pelos alunos de PNL como Trauma. O Professor Frank Burke, PhD, ligado a Universidade de Cornell, NY, conduziu com adequada metodologia e rigor científico uma pesquisa com 30 portadores da PTST aplicando metodologia baseada na ferramenta da PNL usada para resolver traumas. Os resultados agora devidamente publicados em revista de renome apenas corroboram o que nós, praticantes da PNL já sabíamos: funcionou em 90 % dos clientes e mais, levou menos de 5 sessões.

Agora portas já estão se abrindo para que pesquisadores possam testar várias técnicas oriundas da PNL em protocolos sérios. Verbas estão começando a ser disponibilizadas e diversas universidades acenderam luzes para pesquisas neste sentido.

Depois de muitas décadas de prática bem sucedida parece que começa a chegar a hora da comprovação científica e documentação séria do que a PNL pode oferecer, diminuindo o “ruído” que os marqueteiros e barulhentos pregadores de falsos milagres sempre contaminaram o cenário da PNL e aumentado a qualidade, rigor e seriedade que se pode ter na aplicação dos conhecimentos que a PNL nos permite acessar.

Aqui o link da pesquisa:

http://nlprandr.us1.list-manage.com/track/click?u=8d8d256448345c3bbe52305e7&id=791bc30391&e=421dc92616

Escreva seu comentário

* Campos obrigatórios